LUCIFER
Desde pequeno que tenho contacto com extraterrestres, e ainda com a tenra idade de cinco anos, me diziam que um dia mais tarde eu viria a transmitir mensagens que poderiam ajudar a mudar o rumo da humanidade, de forma a impedir que ela caia no precipício para onde se dirige. Como não entendia o que se passava, e porque se passava isso comigo, pois que comunicavam-se comigo apenas telepaticamente, naturalmente ficava assustado e fugia dessa missão que me havia sido confiada sem que eu soubesse de nada. Foi há cinco anos atrás que eu fiquei a par do que tinha a fazer e de quem eu realmente sou, ou seja ; sou um “extraterrestre” aqui colocado no meio desta humanidade, e como tal sou uma prova viva, e venho para lhe mostrar a real verdade sobre as suas origens e principalmente informar a humanidade sobre como SÃO e quem SÃO, os realmente verdadeiros responsáveis pela sua existência . Talvez pense de si para consigo que eu não passo de um alucinado. No entanto eu posso provar através da própria bíblia, com escritos de cerca de quatro mil anos, que não sou deste planeta (embora esteja cá), pois que possuo uma característica que me distingue dos seres humanos e que ali vem mencionada em mais que um ponto desse apelidado sagrado livro. Para além de informar o que a humanidade deveria fazer para se salvar de si mesma e ao planeta que a acolhe, eu posso partilhar estas entrevistas ou conversas que tive com seres de outros planetas, com nossos CRIADORES, e até com Maria e Jesus ; e pô-lo ao corrente do que têm a nos dizer, o que têm para nos ensinar, pois que todos se preocupam connosco e nos querem ver bem. Espero que aprecie esta leitura, por mais estranha e inacreditável que seja. Um abraço deste vosso amigo, Paulo Santos e de todo o grupo “real verdade”.
Este espaço é uma conversa que tive com Lucifer. Esta é a continuação do tempo que estive no planeta dos nossos CRIADORES. Após ter estado com IAHWEH, Miguel trouxe-me até ao sítio onde falei com Lucifer . Ele encara as coisas de forma natural e divertida, conforme terá oportunidade de constatar através da forma como Ele alimenta a conversa que tivemos. Lucifer é um indivíduo quase totalmente cientista, pois que nada lhe dá mais prazer que a ciência que é a sua fonte de desafio contínuo à concretização do sonho de ter na palma da mão tudo o que se julga impossível e inatingível . E um indivíduo baixinho, com cerca de 1,20m de altura, é magro, tem os olhos castanho mel, não usa barba nem bigode, e tem cabelo também castanho e penteado para trás. Espero que esta conversa e experiência que eu tive com Ele, ajude a que fique a conhecê-lo como Ele realmente é, e que desvaneça de uma vez a ideia errada que tem a Seu respeito, pois que foi por nos amar tanto e por excessiva alegria, que Ele e alguns seus colegas mostraram a Adão e Eva o conhecimento e a ciência, ao qual eles reagiram da pior forma virando-se contra o líder IAHWEH, deixando que Lucifer e Seus colegas ficassem mal perante o resto da equipa por terem desobedecido a essa regra fundamental. Verdade seja dita, se eu me encontrasse no lugar de Lucifer, tendo eu acabado de ciar um homem e uma mulher, talvez também caísse na tentação de os ensinar para ver até que ponto ia a sua inteligência. Quando faço a cama de lavado, fico sempre ansioso por cair naqueles lençóis lavadinhos e perfumados; quando desejamos namorar com alguém e estamos com essa pessoa, ficamos sempre ansiosos pelo primeiro beijo. Como ficaríamos nós se criássemos um homem e uma mulher à nossa imagem, consoante a nossa semelhança. Quando um filho nasce, não é natural que os pais o queiram ouvir pronunciar “ papá e mamã ”. Suponha que o deus em que acredita lhe impunha uma regra a não quebrar, e que essa regra seria; não ensinar o seu filho a falar. Por mais errado que seja quebrar regras, acho que qualquer um cairia na tentação de quebrar a regra de não ensinar o seu filho a falar até que ele se mostrasse humilde e sem instintos violentos. Assim foi com Lucifer que após criados estes dois primeiros humanos, quebrou a regra de lhes dar o conhecimento da ciência, e ainda hoje paga o preço através da forma como escarnamos sobre Ele que é irmão de IAHWEH, e PAI de Jesus, por ter cometido um erro que qualquer um de nós poderia também ter cometido, por se querer sentir realizado com o que a Sua criação conseguisse fazer, da mesma forma que uma mãe fica “babada” quando o seu bebé diz mamã.
Começo então por relatar como tudo aconteceu:
Nem queria acreditar que tinha vindo até ali a voar como que fosse o super homem dos filmes a que estamos habituados a ver. A sensação é espectacular.
Entrei na sala após ter dado três toques na porta, pois que a porta ao contrário o que seria de esperar, não era automática, e então saudei Lucifer, que estava a fazer algo numa máquina que tinha em cima de uma banca. Aquilo devia ser um laboratório ou oficina .
--- Olá Lucifer.
L – Ena ena, quem ele é!!!
--- Até parece que nem sabias que eu vinha!!!??!!!
L – Tenho tarefas mais importantes que posso fazer, sem ter que me preocupar em espiar-te ou tentar saber se alguém me vem ver.
--- Confesso que pensei que soubesses que eu vinha, a julgar pela tua reacção!!!
L – Qualquer Pai fica contente ao rever o seu filho!!! Qual é a anormalidade até aí???
--- Nenhuma!! Deixa lá!
L – Então e o teu site, vai ou não vai?
--- Também não estás a par disso???!!
L – Não, mas se tu falares passo a ficar!!
--- Claro, mas pensei que isso fosse do teu conhecimento! Mas sim está a ir; aos pouquinhos, mas está a ir! Inclusive a minha vinda aqui é para efectuar uma entrevista contigo para eu incluir no site.
L – E tinhas que vir a esta hora??!??!!
--- Desculpa, eu nem sabia que ia ser enviado à tua presença!! O Miguel é que me foi buscar para estar com IAHWEH, e depois de ter estado com ELE, Miguel trouxe-me a este espaço e deixou-me aqui para que conversasse contigo! Desculpa se te atrapalho; longe de mim tal intenção!
L – Quem disse que atrapalhas??!!??
--- Mas!!!!! Não atrapalho!!! A julgar pela forma que reagiste, pensei que sim!!! Dá para falar-mos então?
L – Para falar é sempre boa hora; mas para entrevistas nenhum momento é oportuno . As entrevistas são maçadoras. De que é que vamos falar então?
--- Que tal se falar-mos da humanidade terrestre?
L – Mas o que é que ainda há para falar sobre a humanidade terrestre que tu ainda não saibas?
--- Há para saber aquilo que me podes dizer mediante o teu pleno conhecimento sobre ela.
L – Já que assim é! Estás muito cansado??
--- Um pouco, mas porquê??
L – Porque quando eu começo a falar sobre a humanidade terrestre, entusiasmo-me tanto que há a tendência a que adormeças. Estás preparado para me aturar??
--- Seja. Estou! Vamos a isto, podes começar.
L – Então, tudo começou há muito tempo atrás;
Nós, como cientistas dominávamos todo o conhecimento das ciências da criação de qualquer coisa e em qualquer matéria, e por assim ser empreendemos em aplicar esses mesmos conhecimentos num planeta que não fosse o nosso, ou seja; resolvemos que um planeta que se encontrasse sem vida, nós lha daríamos pois que nele nós a criaríamos, isto se esse mesmo planeta fosse propício a que tal se realizasse; o vosso mercúrio por exemplo era impróprio para isso. E assim foi, através da pesquisa espacial que havia sido realizada até então, não foi difícil de ter logo um planeta favorito para que começasse então a concretização de um sonho muito antigo; criar um ecossistema à imagem e semelhança do nosso, flora e fauna, com peixes, aves, animais e até criar homens semelhantes a nós. Por exemplo o planeta Marte como o conhecem é totalmente favorável à criação de vida. E assim foi, partimos então para um planeta muito próximo do nosso (mais ou menos a distância entre a terra e vénus) onde empreendemos em criar tudo como atrás mencionei; começamos por criar condições para que os rios se estendessem, depois criámos todos os tipos de vegetação, e só depois os peixes, os pássaros e os animais, e por fim o homem à nossa imagem consoante a nossa semelhança. Tudo corria bem até que com o aumento significativo de conhecimento e de sabedoria por parte dessa mesma humanidade, que se tornou uma ameaça para aqueles que se opunham à criação de uma humanidade com inteligência e meios suficientes que em caso de revolta, se pudessem virar contra os seus criadores e empreender em os destruir. Por assim ser e porque a paz em que vivíamos não devia ser posta em causa, as nossas forças bélicas dessa altura com ordem dos governantes do nosso planeta, exterminaram a primeira humanidade que havíamos criado.
--- Mas essa humanidade deu provas de que pretendiam virar-se contra vocês???
L – Algumas. Principalmente os opositores a tal criação acharam por bem agir assim por precaução. Então decidimos que teríamos de encontrar um planeta que estivesse situado a uma distância considerada segura, de forma a que a paz em que se vivia no nosso planeta jamais corresse risco de ameaça por parte da próxima criação. Então fizemos mais duas tentativas que falharam por motivos naturais; e foi então que descobrimos um planeta branco formado por águas e nevoeiros, e esse era o planeta terra em que hoje vivem que nessa altura nada mais havia para além de água e nevoeiro que lhe dava essa cor branca que ele nessa altura possuía ; e pela quarta vez começamos tudo novamente; então fomos fazendo tudo por etapas como de antes havia sido feito, embora com alguns procedimentos diferentes dadas as características do planeta em questão, por exemplo se vocês quisessem criar vida em marte, primeiro teriam de fazer com que a água andasse à superfície, proporcionando a que se criassem rios, enquanto que na terra, água sempre houve em abundância, enquanto para que houvesse terra seca, tivemos de criar condições a que a lava que permanecia no interior da terra viesse à superfície e se fosse acumulando até que transpusesse os níveis da água do mar de forma a que obtivesse-mos então essa tão necessária porção seca que permitiria a criação de tudo o quanto vive nela e que dela depende, pois que sem ela apenas poderíamos criar seres aquáticos, e nós queríamos ir muito para além disso, como é obvio. Após adquirida a porção seca, criámos então os peixes, os pássaros, os animais, e por fim o homem à nossa imagem consoante a nossa semelhança, sendo ele racional e inteligente assim como nós também somos.
As outras criações anteriores tinham acontecido há imensos milhares de anos atrás e eu não fazia parte das equipas dessas alturas. Quando criámos o primeiro homem e mulher no planeta terra, eu tinha feito parte das equipas de criação da fauna e da flora, como da dos primeiros humanos inteligentes e perfeitos consoante a nossa imagem e semelhança. Sempre que criava um ser ou uma planta, era para mim como que se fosse a primeira vez que o fazia, por mais numerosas que fossem as criações que tivesse efectuado. Para mim era sempre novidade. Quando finalmente criámos o primeiro homem e depois a primeira mulher, a minha euforia era infinita, pois que amava mais a minha criação do que a mim mesmo. Sinto que se hoje criasse mais um homem e uma mulher, para mim seria como que se nunca o tivesse feito antes.
Lembras-te o que sentias quando te envolvias intimamente com a mulher que mais amaste em toda a tua vida?
--- Sim, lembro-me! Era como se fosse sempre a primeira vez! Mesmo quando repetíamos ao fim de cinco minutos, para mim era sempre como que se fosse a primeira vez.
L – Pois para mim é igual!
É o tudo de mim que está em tudo o que faço, e a quem me dou por inteiro.
Mas de tanto amar, cometi um erro que me custou preços bastante elevados:
Primeiro os meus irmãos abandonaram-me a mim e aos que comigo violaram uma regra que jamais deveria ser infringida. Segundo, até hoje sou o responsável moral de todos os males que vos acontecem, pois que sou conhecido como sendo “o diabo”.
A regra que violei foi a de mostrar o conhecimento e os segredos da ciência a Adão e Eva. Tal procedimento só poderia ser efectuado no momento certo, ou seja:
Primeiro eles teriam de passar por uma avaliação rigorosa de comportamento mediante a incussão de ideais e regras, e só depois então lhes seria apresentada a ciência. Mas com a euforia precipitei-me, e após isto, aconteceu o que mais era temido, Adão e Eva não aceitaram que lhes fosse escondida a ciência e o comportamento deles foi um tanto ou quanto agressivo.
Por isso nas vossas Bíblias eu sou a serpente que incentivou a que o primeiro homem e mulher comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal, e assim fui deixado exilado neste planeta juntamente com a restante equipa que cometeu este acto, pois que nada de bom seria de esperar desta criação dada a forma como reagiram perante a fortuna cientifica que lhes haviam ocultado existir. Até que pensámos que a única forma de recuperar a confiança dos nossos irmãos, seria provar que esta criação nos podia amar e respeitar; e assim surgiu a ideia de nos fazermos passar por deuses, e assim sucedeu. Quando reunimos provas de que a nossa criação respeitava os seus criadores como que de deuses se tratassem voltamos ao nosso planeta que é onde te encontras neste momento, e após autorização para entrar, apresentámos então a IAHWEH, as provas que fariam com que fossemos perdoados pela infracção que havíamos cometido. Claro que Satanás não acreditou que dessa humanidade viesse algo de bom, sendo que ELE sempre se opôs totalmente à criação de uma humanidade inteligente como NÓS, por temer que se virassem contra nós e perturbassem a paz em que vivemos e tanto prezamos.
Bem sei que já sabes isto tudo, mas nunca é demais falar novamente, para que se desfaçam então de uma vez os males entendidos pela forma como se encontram escritos os vossos textos bíblicos.
Por amar demais passei a ser o ser mais odiado e desprezível entre os humanos. Consideram-me alguém que os queira destruir, mais até; julgam que eu e Satanás somos o mesmo, quando na realidade somos pessoas distintas.
A verdade é esta; eu tornei-me o “bode expiatório” da humanidade, pois que é mais fácil culpar “o diabo”, do que assumir os próprios erros.
Mas eu aceito, e para além do mais; o valor que a humanidade tem para mim é mil vezes superior ao pequeno preço que pago.
Entreguei os meus filhos a essa humanidade para que a salvassem dela própria e da forma como se gere, e junto com eles eu sofri e ainda sofro de todos os males que meus filhos são sujeitos; e tu és um desses filhos.
Algumas vezes tive eu mesmo de matar grandes quantidades de humanos que queriam ser superiores a nós cientificamente, querendo assim usar mal os seus conhecimentos pois que tinham intuitos de magnitude perigosa.
Como eu gostaria que dominassem a agressividade que toma conta de vós.
Muitos há que nos esperam e reconhecem como PAIS que somos, mas esses muitos são ainda muito poucos. Para mim seria uma realização que “todos” se unissem por ideais concretamente correctos entre vós e para connosco, tudo no sentido da: harmonia, humildade e respeito.
Sejam tanto quanto estão capacitados para ser, para que tenham tudo o que vos é de direito ter
Tantas vezes vocês olham para o céu esperando ver um sinal vindo de deus. No entanto NÒS os vossos CRIADORES, desde os tempos de vossos ancestrais ou antepassados, que esperamos por sinais vindos de vós.
Para NÓS um sinal positivo vindo de vós seria por exemplo que, com o acumular de vossa sabedoria e conhecimento e até riqueza material, se multiplicasse também o vosso afecto, a vossa humildade e compreensão, para com todos aqueles que não estão à vossa altura.
Mas ao invés disso vocês apenas querem chegar mais longe, olhando apenas em frente sem se aperceberem de quem vos acompanha, e essa companhia é de um lado a vossa parte gananciosa que vos desvia dos caminhos da virtude da honestidade e vos tapa os ouvidos da sua voz;
do outro lado têm a vossa parte arrogante que vos desvia da virtude, da humildade, e vos boqueia a compreensão da realidade do que é correcto. E assim seguem caminhando escoltados por duas essências das quais se tornam escravos e servidores sem que se dêem conta disso, pois que sempre que elas vos mostram as armadilhas para as quais a vossa impulsividade vos empurra usando aqueles que vos escoltam e que jamais vos deixam ouvir a sensatez, vocês seguem-nas para lhes agradar tão simplesmente.
Em suma, vocês são escravos de vossas conveniências. Tenham em conta que muitas vezes é o que não vos convém que está certo ter ou seguir. Por isso façam sempre o que está certo, por mais que vos não convenha.
Mas o principal a saber é que aquilo que menos nos convém é o que nos leva ao que mais desejamos. Se fores dar uma volta pelo nosso planeta, não vês ninguém com stress nem preocupado Lembras-te de teres visto alguém com algum desses dois sintomas nos planetas que já visitaste?
--- Nem por sombras. É como se diz na terra; todos andavam na descontra, todos na maior .
L – É, não é??
--- Ohhh, se é!!
Súbito Ele começou a falar como que eu tivesse sete anos de idade.
L – Vamos fazer umas coisas muito boas???
--- He lá!!! Isso é um convite???
L – É!!!
--- Muito bem, eu topo!!!!
L – Boooa! Eu sabia que ias alinhar!!! Vamos lá então?
--- Épara ir a algum lado ?
L – É! Não queres?!
--- Quero, quero! Bora lá!
L – Ora bem, vieste até aqui a voar. Ora então, precisamos disto, e disto. Ah, e mais isto.
Lucifer tirou a bata cinzenta que tinha vestida, colocou-a em cima de uma banca, e introduziu os três objectos que disse de si para consigo que eram necessários num bolso que tinha no seu fato, que nem dava para notar que ele tivesse bolsos nem tão pouco se notava que ali tivesse guardado algo pois que não se notava qualquer volume.
L – Muito bem, estás preparado?
--- Penso que sim, que é que achas?
L – Ah, claro que estás!
Então Ele disse uma palavra que eu não compreendi, e a seguir disse outra, e abriu-se um portal no meio daquela sala, que tinha vista para uma paisagem repleta de vegetação da mais bela e invulgar que alguma vez havia contemplado. Então pegou na minha mão e passámos para esse lado tão belo. Olhei à minha volta e atrás de mim o portal já lá não estava. Então Ele falou:
L – Este planeta está a uma distância de novecentos mil milhões de quilómetros do nosso, isto em medidas que se usam na terra. É um planeta do qual eu tomei conta, ou seja, todos poderão cá vir, mas só depois de eu o ter completamente preparado. Tu és o trigésimo a vir aqui, para além de mim é claro.
--- Muito obrigado pela honra. Mas com o avanço que existe no universo, como é que mais ninguém aqui veio.
L – Fácil! Quem passa por ele pensa que é um asteróide, originado pela explosão de um planeta, pois que é isso que vêem quando passam por ele. E por esse mesmo motivo não lhe ligam nenhuma importância.
--- Percebo! Para todos os efeitos, isto é um bocado de nada que preste.
L – Mais ou menos, Tudo o que aqui vês, fui eu que criei.
--- Uuuaaaauuu, mas isto é lindo!!!!! Olha-me só para estas árvores, esta folhagem, as flores até a erva é especial e diferente, olha-me para a cor deste céu; é rosado, ou bege; que lindo isto! He pá, mas espera lá; onde é que está o sol? É de dia mas não vejo o sol, onde é que ele está?
L – A luz é oriunda deste mesmo céu que tu vês. A luz que provém deste céu é quatro vezes mais energizante que a do sol que ilumina a terra. Este céu está ligado ao centro deste planeta através de um manto de energia dele mesmo, directamente ao núcleo, que funciona como condutor de luz e calor proporcionando a que todo o planeta esteja aquecido e iluminado sem que dependa de um sol. Este planeta está preparado para ser auto suficiente em luz e em calor e em humidade. Aqui não existe noite; é sempre dia. Quanto à humidade, este planeta tem em elevada abundância no seu solo, e as plantas que nele criei ajudam a que haja uma enorme abundância no ar devido à enorme quantidade de oxigénio que produzem. Agora pergunta-me como é agraciada com água esta flora magnífica que vislumbras.
--- Senhor Lucifer, como é agraciada esta magnífica flora que eu vislumbro?
“Disse eu em tom de brincadeira, dado pela forma que Ele estava também a brincar.”
L – Ah, a chuva claro! Então aqui não há chuva. Pois repare então senhor turista, naquela montanha ali à nossa frente, e espere um pouco que algo vai acontecer.
--- Sim senhor!
Lucifer estava radiante a mostrar-me as maravilhas de Sua criação. Foi então que vi que aquela montanha enorme que estava à minha frente cobrir-se por uma névoa que se começava a formar no seu cume, e que se desenvolvia muito rapidamente; tão rápido que parece que ia destruir tudo. Então sem quê nem para quê aquela nuvem tinha-nos coberto, e sem saber como, eu via água a escorrer a uns trinta centímetros acima de mim, como que se estivéssemos envolvidos por uma redoma de vidro. Aquilo durou mais ou menos uns dez minutos, e quando notei, aquele nevoeiro já se havia distanciado de nós, e tirando o perímetro em que estávamos, para aí com uns três metros de diâmetro que se encontrava seco, tudo o resto estava húmido e brilhava com uma vivacidade notória mágica. As folhas escorriam água, e a relva que pisava estava ensopada. Então perguntei:
--- Uau, o que é que se passou aqui?
L – Aconteceu que se deu a condensação daquele nevoeiro sobre esta área, e o mesmo aconteceu por todo o planeta em mais dez mil montanhas como aquela. Aquela montanha é uma fonte de hidróneblinas que têm como função alimentar e refrescar toda a flora periodicamente.
--- Estou impressionado.
L – Gostavas de dar mais uso à pulseira que te emprestaram para voar, não gostavas?
--- Sim, amava!!
L – Então coloca-a e vamos voar um pouco por aí.
Coloquei então a pulseira todo radiante da minha vida, e antes que eu a colocasse, Lucifer estava já a voar. E só o desejo de o acompanhar pôs-me logo a voar em direcção a Ele sem que eu nada fizesse. Não sabia se dava mais atenção ao facto de estar a voar ou à natureza esplendorosa daquele planeta maravilhosamente belo. Haviam cascatas de água, rios , lagos, paisagens coloridas de mil cores de folhas, flores e árvores. Só faltava ver animais Então perguntei-LHE:
--- Aqui não há animais ?
L – Há, mas são ainda muito poucos. Comecei a criá-los há pouco tempo para que tenham tido tempo de se multiplicar. E para além do mais, lembras-te de quando te perguntas-te uma vez de o porquê de os animais sofrerem tanto, para que ao serem mortos por outros lhes garantissem a sobrevivência e o equilíbrio do ecossistema?
--- Lembro!
--- Sim, lembro-me perfeitamente!
L – Pois é. Eu aqui estou a aplicá-la.
--- A sério???!!!
L – Exactamente. Por enquanto ainda só existem aqui alguns animais herbívoros. Vou esperar que eles se reproduzam e sejam em maior numero para que garantam a que haja alimento suficiente aos carnívoros que vierem para que seja possível manter o equilíbrio no ecossistema. Estes herbívoros que há, já possuem não uma bolha vermelha nas costas ou no dorso, mas uns nervos internos que lhes implantei, que quando sujeitos ao medo extremo, ou a uma simples dentada ou unhada por parte de um predador carnívoro, os obriga a que desmaiem e nunca mais acordem, pois que a morte é certa por parte dos predadores que os devorarão, sem que eles sintam qualquer sofrimento. Tal facto só acontece quando associado ao medo que um predador exerce sobre a presa. Sem medo não há desmaio forçado.
--- Estou sem palavras!!!
L – Qual quê. Eu apenas apliquei algo que tu próprio pensaste, e muito bem, embora com algumas alterações; já que tem que se oferecer a vida por outras vidas, que se ofereça sem que haja carnificinas agonizantes. Ou se vive em plena funcionalidade de nossas capacidades, ou não se vive, pois que muitos animais há que escapam com vida a perseguições e golpes sofridos e vivem com dores horríveis. Desta forma, ao mínimo golpe sofrido sobre uma elevada pressão de medo, acaba-se qualquer tipo de resistência, e por consequência o sofrimento. É um mundo perfeito.
--- Simplesmente perfeito!!
L – Agora dá-me a mão; vamos mergulhar no mar.
--- Mergulhar???
L – Não te preocupes. Confia.
“ Mergulhámos então no mar, e aconteceu o mesmo que quando aquela neblina passou por nós, ou seja; parecia que nós estávamos envolvidos por uma redoma de vidro, pois permanecíamos secos, a água não chegava a nós. Quanto ao que havia debaixo de água, acho que é impossível de descrever, pois a abundância de beleza era tanta e tão variada que acho impossível definir a qualidade de todas aquelas maravilhas, mas vou tentar descrever o que vi para que fique pelo menos com uma pequena ideia do que presenciei:
Viam-se estrelas marinhas de várias cores; animais parecidos com cavalos marinhos também de várias cores; algas de todas as cores e até conjunto de cores com riscas, pintas e manchas de várias formas e feitios; vi vários conjuntos ou cardumes de peixes de várias espécies, cada conjunto deles era como que se fossem obras de arte individuais que formavam um todo, e estes eram os peixes pequenos que se deslocavam todos em conjunto; vi também peixes médios também eles em grupos embora não tão numerosos e nadavam mais dispersos; vi peixes grandes, mais ou menos do tamanho de tubarões, também de várias cores e espécies e tamanho que variava talvez entre os cinco e os sete metros de comprimento. Reparei que quando se deslocavam, faziam bolhas de ar pequeninas, e para cada espécie as bolhas de ar tinham cor diferente, como que se cada espécie de peixe exalasse oxigénio de cor diferente, ou como que se o oxigénio ganhasse uma pigmentação colorida mediante o peixe que envolvesse. Os peixes vinham saudar-nos como que nós fossemos seus convidados. Nadavam à nossa volta e faziam algumas acrobacias como que agradecessem o facto de terem sido criados. Havia árvores no fundo do mar, tão grossas e repletas de folhagem e frutos, como as árvores que se viam à superfície, embora com duas particularidades diferentes; o tronco não tocava no chão sequer, as raízes estavam abaixo e eram elas que entravam no chão, e entrelaçavam-se em raízes de outras árvores que estavam ao seu lado, e por cima daquelas árvores havia uma espécie de balão grande e notavam-se outros mais pequenos em alguns ramos; não acontecia como com as da superfície que o seu tronco está parte dele enterrado no chão. Reparei também que em cada espécie de arvore a cor do balão diferia. As folhas de algumas destas árvores eram parecidas; algumas com plátanos, outras com as das palmeiras, ou até com folhas de algumas plantas de vaso muito largas e espessas. Havia também árvores parecidas com chorões ou tileiras, e eram enormes, talvez com o tamanho de um prédio de três andares e nove apartamentos, e os deus ramos pareciam algas grossas parecidas com os tentáculos dos polvos, só que sem as ventosas, em seu lugar haviam uns buracos nos quais muitos peixes de várias espécies entravam e saíam, e o espectáculo que proporcionavam era lindo, porque estes peixes libertavam aquelas bolhas de ar coloridas que atrás mencionei, e a variedade era tanta que mais parecia um espectáculo virtual de cor e magia, devido ao enorme número de peixes de espécies diferentes que circundavam estes “chorões ou tileiras”.
Como eu gostaria de partilhar com todos aquela beleza infinita. Depois de muito termos voado ou nadado naquele imenso mar repleto de beleza, demos de caras com uma montanha imensa de coral amarela branca e castanha, e reparei que havia uma espécie de espelhos em alguns pontos daquela imensa muralha; então Lucifer falou:
L – Este é o meu castelo subaquático, aqueles pontos espelhados que vês, são janelas que ali existem. Vamos entrar.
Limitei-me a observar aquilo em silêncio, então Lucifer que era Quem comandava as direcções da nossa caminhada, encaminhou-nos para um buraco que havia no fundo daquela imensa parede de coral e começámos a subir por uma espécie de tubo que estreitava e depois voltava e alargar até que saímos de dentro da água numa espécie de gruta redonda; pousámos então com os pés em rocha de coral e Ele começou a dirigir-se para um corredor, eu segui-O, e após termos percorrido esse mesmo corredor, acedemos a um espaço enorme repleto de natureza como que estivéssemos à superfície, havia inclusive três cachoeiras e uns cinco lagos e ribeiras, e a temperatura era agradável, e até corria uma brisa muito agradável. Aquele espaço devia ter metade do tamanho da vila onde vivo. Havia ali algumas árvores de fruto, mas eram pequenas, com cerca de dois a dois metros e meio de altura. Toquei-lhes e os ramos eram bastante duros, era preciso muita força para os vergar um pouco só que fosse. Então Lucifer falou:
L – Se quiseres experimenta comer um desses frutos, são muito saborosos.
“ Tirei então um fruto parecido com um pêssego mas de cor creme quase branco. Quando o trinquei começou a verter uma espécie de pasta com sabor a algo parecido com baunilha e mel. Aquilo parecia iogurte embora que se notassem uma espécie de veias quando de mastigava. Penso que seria através delas que a árvore alimentaria o fruto. Então Ele falou em tom de maroto:
L – Vais-te enlambuzar todo.
--- Pois, já reparei. Mas isto é mesmo bom.
L – Come vontade e depois lava-te num desses pontos de água.
--- nham, nham, isto comia-se bem era com uma colher.
L – Ao lado de cada fruto que se destaca da árvore existe uma pequena aste em forma de colher que se destaca facilmente justamente para esse efeito.
--- Porque é que não disseste logo??
L – Estava à espera que mencionasses essa observação. Mas, mudando de assunto; este espaço em que nos encontramos, é o meu escritório. É aqui que eu elaboro tudo o que é relativo a este planeta.
--- O teu escritório ????!!!???!!! Mas isto não se parece em nada com um escritório.
L – Se isto se parecesse com um escritório, provavelmente seriam poucas as vezes que eu aqui vinha. Por exemplo, para escrever basta pensar, repara:
“ Apareceu então de repente à minha frente uma tela virtual com algo escrito em cima que eu julgo que fosse em hebraico, então Ele disse:
L – Vou escrever aqui o teu nome, hora e data em que aqui estiveste.
“ E assim foi, escreveu o meu nome e algo que devia ser a hora e a data em que nos encontrávamos. Depois apareceu uma outra tela virtual e mentalmente desenhou nela um cisne, de seguida o cisne ganhou cor e apareceu em imagem real a movimentar-se como se fosse num documentário; depois mudou de branco para azul céu, e a cauda transformou-se em leque de pavão mas com cores amareladas, azuis e violetas cintilantes e alguns pontos rosados intermitentes. Depois apareceu uma figura tipo raio x detalhado com a constituição dos músculos veias, para aquela nova espécie que ali surgia, e eu reparava que à medida que acontecia alguma coisa Ele mexia a cabeça e os olhos, era Ele que fazia tudo acontecer naquelas telas ou ecrãs virtuais. Então aquilo tudo fechou como quando nós guardamos algo em nossos computadores. De seguida tudo se apagou e os ecrãs desapareceram, e ficou apenas aquela paisagem espectacular com aquela grande janela panorâmica com vista para o que se passava no mar com toda aquela beleza infinita. Então numa parte da parede abriu-se uma porta, e o ser que eu tinha visto evoluir em esquema virtual estava ali à minha frente, e digo-vos que era lindo. Tinha presenciado uma criação nova a partir de um ser bastante conhecido; ou seja aquele ser evoluiu ali num piscar de olhos. A evolução do cisne.
Compreendem agora senhores cientistas como se deu a evolução das espécies ao longo dos anos? Não foi evolução, foram alterações genéticas praticadas por nossos CRIADORES em cada espécie que o justificasse, em parte para que essas espécies se adaptassem a nós, e não nós a elas. (por isso as galinhas por exemplo que descendem dos velociraptores, pois que se eles não tivessem sido extintos seria difícil à espécie humana sobreviver ao lado de tantos monstros)
Então Lucifer fez abrir um portal e aquela nova e maravilhosa espécie passou de imediato para a parte seca daquele fantástico planeta. Ele então sentou-se numa rocha de coral que estava em frente à imensa janela, e quando se sentou, a parte onde se sentou baixou e Ele ficou confortávelmente instalado numa espécie de espreguiçadeira que se moldou na perfeição ao seu pequeno corpo, e então convidou-me a que me sentasse e quando o fiz aconteceu exactamente o mesmo. Estava super confortável, sentia-me mesmo bem, e depois então com vista para aquela paisagem marinha iluminada com uma luz tão agradável que até parecia que estava em frente a um oceanário, só que em vez de estar fora a olhar para dentro, estávamos dentro a olhar para fora. Era simplesmente sensacional. Então perguntei-LHE:
--- Aquela ave que criaste, foi a primeira daquela espécie?
L – Foi! Agora vou analisar como aquele macho se vai comportar com as outras espécies de animais. Se houver alguns comportamentos indesejados, corrijo-o, se nada de mal se verificar então clono-o mas como fêmea para que procriem e multipliquem a espécie naturalmente, e de forma natural se vai analisar o que acontece com eles desde a gestação.
--- Mas porque é que criam sempre primeiro o macho?
L – Porque os machos por natureza são mais violentos, então se um macho se der bem com os restantes animais, a fêmea naturalmente mais dócil também não será diferente. Depois disso é só verificar se não há agressividade quando houver crias. E depois também há a particularidade de que fazendo um macho através da fêmea, em muitos casos na procriação a Fêmea não aceita ser fecundada por algo que encare como seu filho, enquanto que o oposto não se verificam barreiras em caso algum devido à superioridade masculina muito apreciada pelo sexo feminino.
--- Entendo.
L – Sentes-te bem?
--- Sinto-me muito bem . Gostava de ter aqui mais gente comigo a partilhar esta maravilha connosco.
L – Quem sabe um dia. Mas vamos falar de outras coisas; gostarias que na terra as coisas acontecessem como aqui, de forma gratuita?
--- Se gostava!!! Eu já tentei abrir os olhos ás pessoas, mas ninguém quer saber, ou poucos são os que querem. Mas como vou eu fazer chegar a minha mensagem ao mundo inteiro?
L – Mas essa mensagem já lá chegou através de outros actualmente, e através dos antigos profetas. Tu apenas estás a reforçar essa mensagem e a colocas no sentido em que as entidades religiosas a desviaram de forma a colocá-la num sentido mediante as suas conveniências.
Nós fizemos o homem à nossa imagem e conforme a nossa semelhança. Quanto aos homens, uma vez que não nos apresentamos fisicamente; moldaram-nos de forma a criar um deus mediante a imagem que lhes convém.
Tu para os outros só serias credível se colaborasses com as suas conveniências, sendo que assim não é, julgam-te como sendo um tirano reaccionário, um anti-Cristo.
--- Talvez seja necessário mais. Talvez se eu pudesse fazer algo extraordinário
L – Mais do que possuis seria insensato, pois que não mais se trataria de uma prova de fé e discernimento humano. A característica vocal que te distingue e algumas coisitas pequenas é o que se dará através de ti; mais do que isso não. Tenhas muito ou pouco, não interessa, aplica o que tens mediante as condições de que dispões, e terás dado tudo de ti. Ainda que para nós o que possuis seja muito e para ti seja apenas alguma coisa; temos consciência de que para os que te rodeiam deveria ser mais do que suficiente. Se para eles isso não é nada, é simplesmente porque não acreditam, ou então não lhes convém acreditar, simplesmente porque essa mensagem e condição a eles não convém. Mas eles têm o direito de não acreditar, e tu tens o direito de transmitir.
Aqui neste planeta tu constatas que um pouco de quase nada, se pode transformar num muito de tudo, e de forma gratuita. A diferença entre Nós vossos PAIS e CRIADORES e vós NOSSOS filhos e criação é que: sempre que empreendemos em criar seja o que for, não nos preocupamos com despesas ou custos financeiros em que essa criação possa importar, enquanto que vocês começam logo a fazer contas de quantos dólares ou euros é que isso vai custar.
--- São as consequências de existir dinheiro naquele planeta, mas principalmente pela forma como fazem da economia um jogo em que os peões são o povo, e os jogadores são as classes altas.
L – Sim é um facto. Vocês quanto mais evoluem, mais limitados ficam devido aos que se aproveitam da forma como é gerida a economia . Por exemplo, antes não pagavam a água porque bebiam de poços, fontes, e até directamente dos rios em muitos casos. Actualmente têm a vida facilitada nesse âmbito, bastando abrir uma torneira enchem um copo e saciam a sede. No entanto há um custo estabelecido mensalmente que vos torna dependentes desse “luxo”, e que vos dificulta em termos psicológicos devido ao envolvimento da factura a pagar que é uma constante preocupação. Tu sabes como farias para acabar com essa aproveitação, não sabes?
--- Perfeitamente. E garanto que tudo funcionaria muito melhor, e o mesmo com a electricidade, pelo menos até que fosse substituída por outras fontes de energia mais eficazes e ecológicas. Tenho muitas soluções para um pouco do muito que há a corrigir; mas não posso aplicar nada, porque as pessoas parecem preferir continuar a ser exploradas.
L – Se aceitarem a mudança e correcção, então apresentas as soluções que tens contigo para ajudar a humanidade. As pessoas estão habituadas a dar atenção ao gigante ou ao realçante, no entanto dependem do que está nas partes mais recônditas; Por exemplo, preocupam-se em ter a sala muito bem decorada e os quartos muito giros e bem arranjados, mas descuidam-se da parte mais pequena que é a mais importante, que é ter a dispensa farta. Todos olham e dão valor ao papa que lhes mente e ao presidente e governo que os oprime, mas a ti com tanto que tens para dar condenam-te à humilhação e desprezo contínuos, preferindo darem ouvidos a quem tudo lhes tira. Do mesmo modo muitos preferem ter grandes casas e passar fome, que ter uma casa modesta com uma despensa farta. Preferem pagar os elevados preços que a imagem lhes impõe e à qual ficam presos por escolha própria. Diz-lhes que as aparências são inúteis; o principal é o recheio.
Muitos são os que se dizem bons quando na realidade são o oposto do que dizem ser, e no entanto condenam os que são iguais a eles e que pensam e agem de forma igual. Por isso Jesus disse e muito bem que não ficariam livres dos males que outros cometiam, porque muitas vezes se o fazem é para ensinar que não se deve fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós. O profeta e apóstolo Paulo também deixou algo escrito e muito bem, mas que não convém a muitos que seja divulgado, e que se encontra registado em “ Coríntios 5 – 9 a 13 ”
“Quando LUCIFER falou nesta parte da bíblia, apareceu uma tela virtual como a que tinha aparecido quando foi a parte da criação daquele cisne, só que desta vez estava ali bem patente a versão de uma bíblia que retractava aquele registo que Ele mencionara em letra que pareciam reais como que se pudessem tocar com as mãos. E o que consta ali é o seguinte:
“ Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aqueles que dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu também de julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas deus julga os que estão de fora. Tirai pois de entre vós a esse iníquo.
L – Aqui está a explicada a forma como é interpretada a prostituição. No versículo 9, Paulo pede em cartas que anteriormente enviara que não se juntem aos que se prostituem. Como interpretavam mal o sentido real da palavra prostituição, então ele passou a explicar o que realmente ele queria dizer quando aplicava esta palavra, ou seja; errado não é ser ladrão, ou idólatra, ou beberrão, etc ; o que ele queria dizer era que não se juntassem com quem era tudo isto e jurava a pés juntos não o ser, e que condenava os que se mostravam como realmente são, por mais incorrectos que fossem. Por isso aqui está também o reforço do que Jesus disse quando falou que as prostitutas seriam perdoadas e que as lágrimas delas lavariam os seus pecados, pois que, errado não é ceder o corpo em troca de dinheiro, mas sim dizer ser cristã e seguidora dos mandamentos, e condenar aquelas que se assumem como prostitutas, quando as que condenam as que cedem o corpo traem muitas vezes em oculto gratuitamente. A prostituta não esconde quem realmente é e o que faz, e paga preços muito elevados por se assumir; enquanto que as estrangeiras enganam aqueles com quem contraem compromisso de fidelidade. É mais que tempo de saberem e entenderem o que os profetas deixaram escrito e que se encontra nas vossas bíblias.
Neste planeta apenas existia gelo à superfície ; no entanto eu transformei-o num planeta de clima tropical agradável em todos os aspectos. Descongelei-o e proporcionei a que ele se criasse a ele mesmo, assim como foi feito no planeta terra. Parecia impossível, mas eis o que está à nossa frente.
Tenta descongelar a humanidade terrestre, e se conseguires, o teu feito será incomparavelmente maior e mais importante que tudo o quanto fiz neste planeta. Aqui onde estás, pode ser uma réplica do que pode ser o futuro do planeta terra e da humanidade que o compõe; depende dela mesma lutar por ele ou não. Seria bom que sim.
Vocês gostam de fazer preces; se NÓS as satisfizéssemos, para além de não se verificar o vosso empenho e mérito pessoal, tirar-vos-íamos o vosso maior prazer; o de estar sempre a pedir.
A vossa incredibilidade tira-vos todas as hipóteses de receberem tudo o que vos seria lícito ter.
No entanto para ti Paulo, a incredibilidade dos outros é o que te faz movimentar e lutar pelo que sabes ser a realidade de tudo. Tu tiras proveito de tudo, e isso é muito bom; ensina-os a ser iguais, se conseguires.
--- Pois, eu tento. Mas há tantos a dizerem tanta coisa que é natural que as pessoas não saibam em quem acreditar e acabem por não dar crédito a nada e a ninguém.
L - Nós que ressuscitámos Jesus; tentamos dar a hipótese a Jesus de ressuscitar a humanidade através da ressurreição da verdade que foi assassinada por aqueles a quem convém que ela permaneça enterrada, e que a tentarão matar caso ela teime em vir à superfície.
Tudo o que têm a fazer é procurar o equilíbrio, e ele por si só ensinar-vos-á quais e como são as suas medidas e constituições. No entanto, antes de o procurarem têm de aceitá-lo; e depois de o aceitar, descobrirão o quanto o desejam; e só depois de o aceitar e desejar vocês farão de tudo para o conservar em vossas vidas e em vossa vivência, pois que muito ele tem para vos oferecer e o principal são os seus ensinamentos.
O importante não é quantos anos se vive; mas o que fazemos nos anos em que vivemos. O importante não é a fortuna material acumulada; mas o quanto se fez e se distribuiu ou até se contribuiu para que outros beneficiassem com a nossa existência. O importante não é o como nos apresentamos; mas o que fazemos com a imagem que possuímos. O importante não é falar em fazer; mas aprender à medida que se vive e com o que se fez. O importante não são as palavras vãs que proferem; mas o esforço despendido nos actos que se executam. O importante não é a rapidez com que se concluiu a caminhada; mas o que se fez enquanto a efectuámos, sem nos importarmos com o tempo despendido.
Conforme dizem lá na terra: O pior cego não é o invisual ; mas o que não quer ver
No tempo em que estamos, mais uma vez o importante não é acreditar em quê ou em quem, mas sim aperceberem-se de que o que é certo é evoluir no sentido certo da criação.
Mas vamos falar de um tema um pouco mais delicado:
Como bem sabes tudo está previsto para que nos instalemos oficialmente daqui a 22 anos. Há muitas passagens na bíblia em que Jesus diz que os imprestáveis serão lançados no exterior e ali haverá pranto e ranger de dentes. Ora neste momento a informação para a data da nossa chegada já está ao alcance do vosso conhecimento. E acontece que desprezam-Nos através dos nossos escolhidos e enviados que se encontram ao nosso serviço, e isto acontece todos os dias.
Quando Nós finalmente nos instalar-mos será delineado um perímetro em que serão colocados todos os que segundo as nossas avaliações e análise cuidada sobre cada um, merecerem fazer parte da humanidade que viverá numa nova fase denominada de “ novo céu e nova terra”.
No exterior desse perímetro serão então lançados todos os que estiverem abaixo do nível pretendido. Na parte exterior desse mesmo perímetro estarão seres de um planeta que tu conheces muito bem “o planeta roarmaarcoar”. Esses mesmos indivíduos terão ordem para fazer o que lhes aprouver com todos os que forem lançados ali ao seu alcance mediante a avaliação que tenham, logo quanto mais negativo, pior lhes farão. Todos quanto não tiverem misericórdia dos seus semelhantes, também lhes não serão dignos de misericórdia por parte dessa mesma humanidade.
Vamos a roarmaarcar agora.
--- Mas. Mas dás-te bem com Eles??
L – Não tenhas medo, contigo estou protegido.
--- Desculpa!!!!! Estás a brincar não estás?!??
L – Não, não estou!
--- Espera lá, os seres daquele planeta são ciência robótica bélica metalizada, em forma de gente com estaturas variáveis entre os 1.90m e os 2.50m com capacidades de força extrema. Nem uma manada de elefantes mete medo a um só destes indivíduos . Como é que podes dizer que comigo estás protegido???!!??
L – Estás a insinuar que eu sou maluco?
--- Desculpa! Deixei-me dominar pelo medo. Tudo o quanto dizem tem um sentido. Desculpa.
“Lucifer permanecia calmo e paciente, então falou:
L – Tudo bem: Lembras-te desde sempre que sentes que mentalmente podes fazer o que quiseres, certo?
--- Sim!!!!
L – E também sentes que tens essa capacidade bloqueada, certo?
--- Sim!
L - Pois eu vou desbloqueá-la.
--- Mas isso não é perigoso? Isto sem que queira subestimar a tua inteligência.
L – Sim, envolve riscos. Mas vamos lá.
“ Lucifer encostou o dedo indicador direito na minha cabeça, de seguida senti uma dor de cabeça que quase me fez desmaiar. Depois abriu um portal e passámos por ele, e quando dei conta, estávamos envolvidos pela atmosfera âmbar daquele imenso planeta, e de repente fiquei afrontado com o calor. Então Lucifer disse-me para que desejasse uma temperatura normal. Assim fiz, e em alguns segundos parecia que eu transpirava um fumo azul desvanecido e o afrontamento daquele calor desaparecera, e Lucifer encostava-se a mim como que se fosse meu filho. Sentia algo em mim que me dizia, que eu era superior a Ele e que estava à minha responsabilidade a sua segurança naquele lugar; enquanto que outra parte me dizia que eu podia fazer o que quisesse e não haveria ninguém capaz de me deter. Então Ele disse-me que olhasse para uma montanha que se encontrava à nossa frente e disse-me que olhasse para ela e que a imaginasse a explodir. Assim que Ele disse aquilo a montanha explodiu, pois que assim que Ele falou naquilo eu automaticamente vi aquela imagem, e ela aconteceu logo de seguida. Aconteceu também que alguns bocados projectados pela explosão que vinham direitos a nós simplesmente se transformavam em pó e eram levados pelo vento, e isto acontecia a muitos metros de nós, talvez uns 50 metros. Depois pediu-me que O pusesse a levitar à minha altura, e aconteceu o mesmo, Ele falou e logo eu visualizei e aconteceu; Aquele pequeno homem com cerca de 1.20m estava a levitar à minha frente, então Ele disse-me:
L – Como vês podes fazer tudo o que quiseres. Até destruir-me se assim o desejares.
--- Eu se fosse a ti, não confiava em mim. Tenho algo dentro de mim a dizer-me que posso fazer o que quiser e ninguém me deterá.
L – Isso são as tuas capacidades a manifestar-se por elas mesmas. Há também uma parte que te diz coisas mais sensatas, não há?
--- Sim, há!
L – A qual delas vais dar ouvidos?
Parei um pouco a pensar e fiquei em silêncio. Por momentos passou-me pela cabeça que com aquele poder eu podia transformar a terra no paraíso que sempre desejei, entre muitas outras coisas. Mas também me lembrei que se eu me voltasse contra Ele, aconteceria mais uma vez que Ele seria traído pela Sua excessiva confiança. Então disse-lhe:
--- Sei que já tiveste muitas desilusões com os humanos, e eu como humano que sou, e terrestre integrado, não sou excepção, aliás, se há alguém que vos desaponta todos os dias e várias vezes seguidas, esse alguém sou eu. Porém peço-Te que me orientes e que me ordenes tudo o quanto tenho de fazer, e que me destruas caso eu me torne uma ameaça.
L – Há um problema. Destruir-te é impossível. Tu podes destruir-me a mim, mas eu a ti não, caso eu tente, naturalmente as tuas defesas accionam-se contra mim. Mas deixa-Me dar-te este voto de confiança. Neste momento estamos no deserto deste planeta. Leva-nos até à cidade deste mesmo planeta.
--- Como é que eu faço isso?
Assim que lhe fiz a pergunta, nós aparecemos num ponto citadino e montes de seres voavam de um lado para o outro, e ali os prédios eram enormes, eram como meias bolas feitas de uma espécie de vidros semelhantes a uma televisão quando está apagada. Sem que me apercebesse, em mim algo se manifestou como que se eu por não querer que nada me acontecesse e muito menos a Lucifer, libertei uma energia que fez o planeta tremer e catorze daqueles prédios ficaram em ruínas e havia como que sucata por todo o lado, e esta sucata era corpos de seres daqueles que ali estavam sem vida. Não tinha percebido o que se tinha ali passado.
--- O que é que se passou aqui?!
L – Alguém nos queria atacar, e tu respondeste com este ataque.
Então Lucifer começou a falar uma língua que eu não entendi, e um daqueles seres aproximou-se, e aconteceu o mesmo de antes, algo saiu de mim e aquele ser que até parecia vir com humildade até à nossa presença explodiu como que se tivesse uma bomba dentro dele, e nenhum fragmento nos atingiu como aquando da destruição da montanha. Então Lucifer voltou a falar naquela língua, e desta vez falou mais. Então um outro ser se aproximou, e este vinha com a cabeça baixa e os braços esticados e baixos e afastados e com as mãos abertas, em completo sinal de respeito. Então Lucifer pegou numa espécie de diadema e coloco-a na cabeça daquele ser, ao que ele nem se mexeu. Então Lucifer falou com ele um pouco, e de seguida apareceu uma imagem virtual de torturas que eles faziam num planeta que eles tinham invadido, em que as vitimas parecidas connosco, agonizavam uma dor contorcionista (apelidei-a assim pela forma como se contorciam com dores que sentiam sem que nada ou ninguém as socorresse). Percebi que aquela diadema lhe estava a ler o pensamento. Então Lucifer retirou-lhe a diadema, fez-lhe sinal para que se levantasse, e pediu-me que o pusesse a levitar ao nível dos olhos dele, e logo isso aconteceu, então Ele falou um pouco com aquele ser. Depois pediu-me que ressuscitasse o ser que havia explodido. Então eu instintivamente ordenei que ele vivesse novamente, e a poeira em que ele tinha ficado começou a juntar-se e a agrupar-se e a unificar-se como que se puséssemos um filme a andar para trás. Eles ficaram tão espantados quanto eu, diga-se de passagem. Naquele momento não sabia se aquilo era magia ou se era ciência. Então Lucifer disse-me que voltássemos para o planeta que Ele havia transformado, e no mesmo instante lá estávamos.
Assim que ali aparecemos eu realmente apercebi-me de que era imparável, então Ele falou.
L – Que vais fazer agora que tens as tuas capacidades desbloqueadas?
Fiquei sem saber o que responder. Mas apercebia-me que aquela pergunta simples exigia uma resposta mais simples ainda, mas parecia-me complexo. Era notório que eu seria uma ameaça para quem quer que fosse, e que podia usar aquele poder para acabar com a agonia em que se vive no planeta terra, mas eu não queria desiludir Lucifer. Ponderei, reponderei. Então resolvi-me pela entrega.
--- Não sei se vou ser sincero, aliás tenho a certeza que isto não é o que realmente quero, mas devemos fazer o que é realmente certo. E neste caso o que é certo é que Tu decidas o que eu faço com o que sou. Por isso te peço que decidas, ainda que não seja o que realmente queira.
L – Podes até não estar a ser sincero quando diriges esse pedido, mas estás a ser honesto. Tens então certeza daquilo que pedes, ainda que não o desejes?
--- Tenho, decide sobre mim, porque se há uma coisa que eu realmente não quero, é desiludir-te e muito menos ser o causador de algum mal que te aconteça a Ti e aos TEUS irmãos e meus PAIS.
Lucifer delicadamente tocou-me com o dedo indicador no mesmo sítio e senti como que uma trovoada saísse pela minha boca. Foi a sensação mais esquisita que alguma vez sentira.
L – Estou vivo. Agora sei que foste sincero, se o não fosses a esta hora eu seria nada, pois que essa capacidade jamais pode ser bloqueada se não tiver ordem de bloqueio de quem a possui.
“Passei-me completamente e comecei a berrar com Ele, fazendo-lhe ver que naquela hora Ele podia não existir, qual pai que dá um sermão ao filho. Então Ele ordenou-me que me acalmasse, e mais uma vez eu pedi-Lhe desculpa como é obvio pois que por momentos esqueci-me de com quem estava a falar. Então a conversa continuou. Ele explicou-me então que fomos ali para evitar que dois planetas se dizimassem, pois que eles preparavam-se para tomar de assalto um outro planeta também bastante desenvolvido, e com o qual os nossos Pais se dão muito bem. Então aquela demonstração de força vinda de mim fez com que eles vissem que não valia a pena o confronto pois que eram completamente ineficazes na presença de Lucifer, sendo que Ele ali apresentou-se como representante de uma aliança planetária com a qual não há competição possível. Explicou-me também antes tinham tentado falar com eles para os dissuadir amigavelmente de tomarem aquele planeta para si, mas quase foram destruídos, porque eles têm uma espécie de sonar que bloqueia qualquer protecção que se use. Apenas não tem efeito em capacidades orgânicas como as minhas. No entanto não me especificou o porquê de ser eu a ter que fazer aquilo, ainda para mais dado o risco que isso envolvia. Apenas me disse que um dos motivos era verificar se as capacidades que me implantaram correspondiam com aquilo que Ele esperava que fosse.
L – Sei que isto que acabaste de passar foi muito rápido e confuso para ti, e mais confuso será para os que lerem esta experiência que eu te peço que registes. No entanto te digo que muitas vezes para conseguir a paz, é necessário mostrar a força a quem não a quer ver. Aquele planeta era habitado por uma civilização muito parecida com a do planeta terra, mas muito mais avançada. Quando se dedicaram à robótica, não lhes foi suficiente criar robôs, para superarem o que se julga impossível, eles tinham de conseguir que em vez de se gerar apenas ossos e nervos e veias, etc...; empreenderam que haviam de alcançar o objectivo de que no ventre feminino se formassem aços, fios condutores, sistemas musculares hidráulicos e computadores centrais, ou seja criaram perfeitos seres iguais a eles por fora, mas por dentro eram máquinas potentíssimas e super resistentes . A resistência deles é tanta que não há laser ou projéctil explosivo capaz de os matar. E toda esta magnificência científica é possível ao nível ginecológico, dado qeu se formam no ventre feminino. A única forma encontrada para destruir esta geração mecanizada é fazendo-o de dentro para fora, por isso quando pedi que um se aproximasse de mim para que falasse com ele, certamente que trazia ideia de atacar, ao que a tua essência respondeu destruindo-o através de comunicação com o interior dele de forma a que explodiu de dentro para fora, sendo que possuis a percepção do perigo.
--- Mas e porque é que aqueles edifícios se desintegraram e todos aqueles seres foram dizimados?
L – Aquele sítio era uma espécie de quartel-general, e assim que a nossa presença foi detectada através da destruição daquela montanha, eles se preparavam para ir ao encontro da ameaça que assolava o seu planeta, sendo que ali aparecemos de repente eles emitem um comunicado de ondas com a localização da ameaça, logo todos os que empreendiam em nos destruir foram destruídos apenas por se estarem a preparar para nos destruir.
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